Grande Candeia!
Saiba quem foi Candeia:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Candeia
Blog comprometido com as mais diversas lutas sociais do planeta, particularmente, o que diz respeito a luta pelo socialismo, a ampliação do uso dos software livre Gnu/Linux na busca pela expansão de nossa inteligência coletiva e da cultura livre, além da batalha pela melhoria das condições de vida da população brasileira, sobretudo, do povo negro.
domingo, 30 de setembro de 2007
Para aqueles que continuam acreditando ... num mundo melhor: Candeia e o samba de partido alto
Os bancos e o controle da internet no Brasil
Censura na Internet: Estados contra "ciberdissidentes"
Cuba defende Linux e critica Windows
http://www.softwarelivreparana.org.br/modules/news/article.php?storyid=2112
sábado, 29 de setembro de 2007
História, Cultura e Educação Afro-brasileira e Africana: Discutindo a Lei 10.639/03
DIA 07/11:
De 09h ás 10 horas:
"História e Cultura Afro-brasileira e Africana" :
Ressignificando nossas identidades através de uma educação para a construção de uma sociedade multicultural
Abertura: Ângela Paiva Departamento de Sociologia e diretora do Núcleo Interdisciplinar de Reflexão e Memória Afrodescendente
NIREMA/PUC-Rio.
Denise Fonseca Departamento de Serviço Social e diretora do Núcleo Interdisciplinar de Meio Ambiente PUC/Rio.
Composição da mesa: Ângela Paiva, Denise Fonseca, Ana Helena Passos, Antônia Ceva.
Mestre de Cerimônia: Reinaldo Guimarães.
De 10 às 11h30:
MESA: "De que África nós estamos falando?" - Discussão sobre a Lei 10.639/03.
Mônica Lima: Professora do Colégio de Aplicação da UFRJ, doutoranda em História da UFF.
Francisco Sandro da Silveira Vieira: antropólogo, pesquisador membro do NUPE/UNESP-SP e integrante do projeto “São Paulo educando pela diferença para a igualdade”.
Mediador: Ana Helena Passos, mestranda em Serviço Social da PUC/Rio
Abertura para debates e discussões
12h30m-14h30m Almoço
De 14h30 às 16h30:
Mesa: "Relações Raciais no ensino fundamental: as experiências em Salvador e No Rio de Janeiro."
Ângela Figueiredo: Doutora em Sociologia pelo IUPERJ, pesquisadora associada da Fábrica de Idéias CEAO/UFBA.
Maria José Lopes da Silva: pesquisadora associada do Programa Diálogo e Debate dos povos africanos e Afro-americanos PROAFRO da UERJ e consultora em trabalhos com currículos multirraciais.
Carla Lopes: Coordenadora pedagógica de uma Escola Estadual de Quintino e está desenvolvendo seu Projeto Político Pedagógico tendo como eixo a Lei 10.639.
Mediadora: Antonia Ceva mestranda em Educação Brasileira PUC Rio.
DIA 08/11:
De 9:00 ás 11h30
Mesa: "Material Didático: as representações do negro e da mulher negra na literatura brasileira e na mídia."
Giovana Xavier: Mestre em História pela UFF, doutoranda em História Social da UNICAMP, trabalha na REDEH RJ (Rede de Desenvolvimento Humano).
Patrícia Scremann: Historiadora, Professora da Graduação, disciplina História da África PUC Rio.
Mediador: Estela Willeman - mestranda em Serviço Social da PUC-Rio.
De 12h30 ás 14h30: Almoço
De 14h30 às 16h30
Mesa: "Mitos e Lendas: uma nova forma de pensar o material didático."
Mãe Beata de Yemonja Abertura
Janaina de Figueredo, historiadora e pesquisadora de cultura afro-brasileiras da ACUBALIN.
Mediador: Adailton Moreira Costa, graduando da PUC-Rio e Baba Egbé do terreiro Ile Omiojuaro
Abertura para discussão e reflexão
sexta-feira, 28 de setembro de 2007
Para aqueles que continuam acreditando ... num mundo melhor: Marvin Gaye - What's Going On / What's Happening Brother
Marvin eterno!
Link para tradução de "What's going on" e letra de "What happening brother":
http://vagalume.uol.com.br/marvin-gaye/whats-going-on-traducao.html
quinta-feira, 27 de setembro de 2007
A necessidade de uma nova imprensa
http://www.agenciacartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=14645
terça-feira, 25 de setembro de 2007
O medo do outro, os campos de várzea e os clubes de subúrbio
Os campos de futebol de várzea que existiam aos montes em nossa cidade simplesmente desapareceram. Em sua maioria deram lugar a conjuntos habitacionais, construídos sem a menor infra-estrutura de lazer, conhecidos popularmente como pombal. A cada pombal erguido perdíamos um campo de várzea, ou até mesmo mais de um. Espaços de compartilhamento, solidariedade e lazer, simplesmente desapareceram. Só na área onde eu morava em minha infância, no grande Méier, posso lembrar de pelo menos três: o campo do Paris, o Mocidade e o Conceição. Ficaram os pequenos e descartáveis campos de futebol sociaty, bem menores e, muito pior do que isso, pensados dentro de uma perspectiva de lucro fácil e rápido.
Quantos passeios fizemos a bairros distantes do nosso para lá disputar uma partida, um torneio, ou mesmo só para assistir aos grandes craques da várzea? Quantos domingos, sábados e feriados passamos nestes espaços curtindo as virtudes e defeitos de grandes craques e pernas de pau de plantão? Ali éramos, Pelés, Garrinchas, Zicos e tantos outros mestres do futebol brasileiro. Ali vivíamos a ilusão e a alegria de um dible, um lençol, um passe ou a glória das glórias, um golaço.
Dizem que foi o saudoso João Saldanha quem disse: "O Rio pagará um alto preço pelo fim dos seus campos de várzea."Pois é estamos pagando e bem caro. Sentimos na pele a falta que eles nos fazem, sem esses espaços de convivência amistosa e lúdica nossos fins de semana se tornaram mais toscos e sem sentido. Além disso o medo do outro, do próximo, daquele que podíamos conhecer e nos tornar amigos durante os jogos, ou no intervalo das peladas se tornou a tônica de nossas relações sociais.
Outro espaço de convivência fraterna e solidária que, se não desapareceu, entrou em processo de decadência na zona norte foram os clubes de subúrbio. Ali nos fins de semana encontrávamos os amigos e nos divertíamos. Travamos o nosso primeiro contato com nossas namoradas, noivas e até esposas nestes locais.
Estes espaços começaram a sua trajetória descendente com a fuga da classe média suburbana, que os criou, em direção a Região dos Lagos e depois para a Zona Oeste da cidade, muito preconceituosa, temerosa pela presença cada vez mais freqüente de "grupos indesejados", vindos das favelas, jovens pobres, negros e descendentes de nordestinos, ela simplesmente abandonou esses espaços, sendo que o golpe de misericórdia foi dado pela Prefeitura da cidade, quando proibiu a realização dos bailes funk em seu interior. A partir deste momento, as noites dos fins de semana cariocas perderam muito de sua magia e fulgor. Uma das maiores tristezas que tenho é passar nos fins de semana nas ruas da Zona Norte do Rio e vê-las vazias e sem esperança. Sem aquela alegria dos jovens animados pela possibilidade do novo, do inesperado que a vida pode lhes proporcionar.
Em suma, talvez tenhamos aqui algumas pistas que expliquem porque Calcutá na Índia mesmo sendo muito mais pobre do que a nossa cidade, tem níveis de violência e um número de mortes por armas de fogo muito menores que os nossos. Certamente, o medo do outro lá é centenas de vezes menor do que temos aqui.
sexta-feira, 21 de setembro de 2007
Modelos e tecnologias: a TV digital e os mecanismos anticópia
http://www.direitoacomunicacao.org.br/novo/content.php?option=com_content&task=view&id=1416
terça-feira, 18 de setembro de 2007
Rio de Janeiro: Cidade-Favela
Todas essas abordagens carregam algo em comum, a forma como a urbanização construiu no Terceiro Mundo cidades incontroláveis, irrespiráveis, "invivíveis". É certo que este processo não ganha em dramaticidade ao que ocorreu na Europa, sobretudo nos séculos XVIII e XIX em Paris, Londres e tantas outras cidades européias. Também lá vivenciou-se situações tensionadas por uma realidade massacrante e demolidora. Para tanto, basta que leiamos Dickens e nossa mente se iluminará. O capitalismo sangrou populações imensas tanto lá, quanto cá, mas uma coisa é lê-lo em livros ou vê-los em filmes, outra é presenciá-los em toda sua inteireza. Assim, fica a dúvida, será o Rio de Janeiro, uma cidade fracassada?
Vem então a minha consciência duas antigas canções, "Ave-Maria no Morro" de Herivelto Martins, com seus belos versos:
"Barracão de zinco
Sem telhado, sem pintura
Lá no morro
Barracão é bangalô
Lá não existe
Felicidade de arranha-céu
Pois quem mora lá no morro
Já vive pertinho do céu
Tem alvorada, tem passarada
Alvorecer
Sinfonia de pardais
Anunciando o anoitecer
E o morro inteiro no fim do dia
Reza uma prece ave Maria
Ave Maria, ave
E quando o morro escurece
Elevo a Deus uma prece
Ave Maria"
E o "O Morro Não Tem Vez" de Vinícius de Moraes e Tom Jobim
"O morro não tem vez
e o que ele fez já foi demais
Mas olhem bem vocês
Quando derem vez ao morro
Toda a cidade vai cantar
Morro pede passagem
Morro quer se mostrar
Abram alas pro morro
Tam....bo.......rim vai falar
É um é dois é três é cem é mil a batu...car
O morro não tem vez
Mas se derem vez ao morro."
Apesar de serem escritas em períodos diferentes, Ave-Maria no Morro" é de 1942 e "O Morro Não Tem Vez" de 1962 e 1963, ambas transmitiam a esperança da mudança, a crença no país no povo trabalhador, criticavam a desigualdade social, a elite dominante e falavam do morro como um lugar de luta e, até mesmo, de felicidade, por conseguinte, nos traziam a certeza de que a saída para o Rio de Janeiro estava na incorporação dessas grandes massas à cidadania e na sua batalha pela conquista de novos espaços e direitos. E mais, era a cultura produzida nas favelas cariocas que oxigenava a vida da cidade, tornando-a leve e acolhedora.
sábado, 15 de setembro de 2007
quinta-feira, 13 de setembro de 2007
Gnu/Linux x Windows
Abaixo, postaremos links para matérias que nos dão a certeza de como essa batalha está apenas começando.
Conheça Richard Stallman, o verdadeiro pai do software livre
http://computerworld.uol.com.br/mercado/2007/09/11/idgnoticia.2007-08-23.1171671836/
Laurence Lessig: batalha entre o software livre e a Microsoft será longa e sangrenta
http://computerworld.uol.com.br/idgnow/internet/2007/06/06/idgnoticia.2007-06-05.9104921838
terça-feira, 11 de setembro de 2007
Para quem quer entender a questão racial brasileira
Início do curso: dia 17 de Setembro e término previsto para 4 de Dezembro de 2007.
Maiores informações pelos tel. 2667-4017 e 2669-5661 com Cláudia Regina.
Sobre organizações e seus crimes
http://www.agenciacartamaior.com.br/templates/analiseMostrar.cfm?coluna_id=3712
domingo, 9 de setembro de 2007
Uma breve história de quem está chegando ao Fedora...
Há "...6 meses se passam muito rápido. Em 6 meses de Linux aprendi tanta coisa... aprendi não só o Linux, mas como também a mexer com computador, e eu, que era um leigo, não sou mais. Aprendi comandos, que antes, pra mim, eram inimagináveis, aprendi, a abrir um temrinal e montar uma partição sem maiores problemas... aprendi a não comprar um hd no ML(!), aprendi a saber como ligar o cabo IDE, aprendi a mexer no hardware ( na maior parte dos periféricos), aprendi a como não se deve REDIMENSIONAR uma partição EXT2/3!, aprendi, aprendi aprendi, me revolucionei, me alienei, aprendi a pesquisar antes de perguntar , aprendi a ajudar os outros membros, aprendi a pesquisar direito no Google, aprendi a aprender a me virar no Linux, aprendi ............
Neste mês, em setembro, completo 10 anos que tenho à disposição um computador em casa, e acho que em 6 meses, aprendi mais que nestes 9 anos e meio.
Não sei se é motivo de comemoração estes 9 anos e meio, porque eu só uso Linux há apenas 6 meses, seria motivo de orgulho para mim achar que entendia de informatica a até 6 meses atrás?
Meu colégio tem o Kurumin 4, e entrei nele justamente no ano passado, e às vezes, no laboratório de informática, sem nada pra fazer, e muitos computadores sobrando, entrava no kurumin, mas foi muitas poucas vezes. Ainda não tinha IDÉIA DO QUE ESTAVA POR VIR.....
Vou-lhes contar a história que me levou a usar Linux. No dia 8 dia dezembro de 2006 eu estava tendo um dia normal, estava de férias, e desliguei o PC pra dar uma saída. Quando voltei, a minha surpresa: o computador estava MUITO lento, quase não rodava nada, mandei verificar vírus, baixei alguns novos anti-virus, mas nada.... enfim, apanhei do windows, e foi um fracasso total, pois eu não acreditava que eu não havia conseguido resolver, e depois daquele dia, só voltaria a ligar o meu computador no dia 8 de janeiro, quando eu voltaria da viagem de férias....
Nas férias, na casa de um primo meu, eu vejo ele ter um CD do Ubuntu versão 5.10, e pergunto sobre ele, e meu primo diz que ainda não havia testado, e que um amigo havia lhe dado. Fui pensando no caso de eu arranjar num daqueles CDs, e quando voltei pra casa em janeiro, voltei decidido que eu iria fazer coisas novas no computador. Em janeiro mesmo, fiquei sem fazer nada de Linux, estava com preguiça de pesquisar para saber, enfim, estava à deriva, principio de depressão, aquela ressaca de um ano começando, um tédio danado, ..... e no dia 9 de fevereiro, resolvi pesquisar no google (não lembro o que pesquisei, mas foi) algo como:
Citar
linux cds de graça
e fui procurando, porque eu não sabia aonde perguntar, nem do Fórum do Guia do Hardware eu tinha conhecimento, de tão leigo.
Procurando, achei a resposta, num fórum que o cara perguntou aonde pedir, e o outro respondeu sobre o site www.shipit.ubuntu.com , e fiz o cadastro e pedi, e nunca mais me lembrei disto, porque eu nem dava valor à isto, nao sei porque....
Os CDs chegaram dia 3 de março, uma sexta-feira, me lembro que era as 17 horas e pouco. Fiquei confuso e feliz ao mesmo tempo. Só depois lembrei de onde havia pedido os CDs, e fiquei mais feliz ainda quando fui no histórico e vi que o Shipit havia me mandado os CDs, naquele momento em minhas mãos Sem Graça
E rodei o CD, com o windows aberto, fiquei sem graça, porque só tinha programas para instalar Indeciso
Só depois que caiu a fixa.... pensei comigo mesmo: "Seu otário, isso é um Sistema operacional, dãã" auhhauhuauhauh
Fiquei sabendo do live-cd, rodar sem instalar, mas fiquei me enrolando de rodá-lo no outro final de semana, pois naquele eu lembro que estava muito ocupado
Então, no dia 9 de Março de 2007, exatamente na faixa do mesmo horário, na primeira vez que estara rodando em live-CD, instalei o Linux Ubuntu em meu PC. Isso aconteceu de depois de uma tarde inteira de leitura sobre Linux e como mudar a Bios pra dar boot no drive de CD-Rom Sem Graça hhehehehe
Instalei, não me arrependi, não me arrependo, nunca me arrependerei, apesar de já ter formatado umas 15 vezes, me ferrado uma centena de vezes, mas aprendi muito, muito, muito...
6 meses se passaram, e hoje eu sou um autêntico usuário de Linux. Não foi uma simples experiência de informática, como está sendo uma esperiência de vida. que está me fazendo crescer cada vez mais, aprender cada vez mais, me revolucionar cada vez mais.
Hoje não uso Windows. Tenho dois HDs, e no de 40 tenho duas partições NTFS, e uma delas instalado o Windows, mas só porque meu irmão mexe nele, e às vezes eu preciso de usar. Se não fosse por isto, seria adeus.
Agradeço tudo ao Ubuntu, por ter mandados os CDs, senão JAMAIS teria aprendido Linux, a mexer com hardware, e não teria perdido minha preguiça de ler.
Hoje não sou tão fã, a ponto de ser alienado pelo o que é o Ubuntu, que também é um projeto social, Humanidade para tods e etc... mas sou um grande admirador desta Distribuição Contente
A uma semana estou usando Fedora 7, pois achei que precisava de algo novo. Tirei o Debian e o Ubuntu pra partir pro yum e testar novos ares, e não me arrependo, pois cada vez aprendo mais!
Sempre que me dá saudades do ubuntu, rodo live-CD Contente heheheh
Jamais vou esquecer grande parte destes episódios... que foram os que lembrei para escrever este depoimento, porque o que aconteceu de verdade é muito, mas muito mais Lingua
Estou comemorando muito estes 6 meses de Linux :)"
Para quem deseja conhecer a comunidade fedora e ver de perto o post:
http://www.fedora.org.br/post29397.html#29397
quinta-feira, 6 de setembro de 2007
quarta-feira, 5 de setembro de 2007
Agbara Dudu: a força negra

Em yorubá significa FORÇA NEGRA
FUNDAÇÃO: 04/04/82
DA
FORÇA CULTURAL DO RIO À OSWALDO CRUZ
TODO 2º domingo do mês
participação ESPECIAL: dj teko rastafari
DIA 09 DE SETEMBRO TEM..............
NÃO SE ESQUEÇAM a partir das 14 horas, estaremos realizando nosso Terreirão Senzala, cujo objetivo é através desta atividade, o reencontro de amigos e simpatizantes que durante 25 anos fortaleceram a resistência cultural da entidade.
LOCAL: TOCA DO BETINHO: Rua Pirapora, 114 - Oswaldo Cruz - ( Atrás da Portelinha)
HORÁRIO: 14:00 ás 22:00 h,
INGRESSOS, R$ 2,00
Exposição de Fotos, Música Mecânica, Mostra de Vídeos, e... VOCÊ
Venha curtir, aquela cervejinha gelada ao som da Banda Dudu do Agbara!
Domingão no Centro Cultural Octavio Brandão
Dia 15 (sábado - 16 H.) : Cuba Hoje - Palestra e detabe sobre a situação atual e os rumos da revolução cubana. Suas relações com a América Latina, o bloqueio imposto pelos EUA, e a sobrevivência uma década e meia depois do colapso da União Soviética. Convidados representantes da UC (União Comunista); PCB ( Partido Comunista Brasileiro); PSOL (Partido Socialismo e Liberdade); PSTU ( Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado).
Dia 22 (sábado - 16 H) : Festa de Aniversário do CCOB - Grande Roda de Samba, participação especial do Grupo Família.
segunda-feira, 3 de setembro de 2007
Circulando rolou legal

O Morro do Alemão recebeu no dia 1º de Setembro, o “2º Circulando – Diálogo e Comunicação na Favela”, promovido pelo grupo Raízes em Movimento. A festa foi maneira com participação da galera da comunidade, e com a presença de várias ONG's. Estavam lá o Afrorregae, o Verdejar e o Raízes em Movimento na maior curtição e tranqüilidade. Agradeço ao Alan Brum, coordenador do Raízes pelo convite, precisamos de mais espaços onde o compartilhamento, a solidariedade e a paz estejam presentes. Só assim conseguiremos sair do caos em que nos encontramos.
domingo, 2 de setembro de 2007
Saudável heresia em São Paulo
http://diplo.uol.com.br/2007-08,a1894
Transnacionais estão de olho nas valorizadas terras brasileira
http://www.brasildefato.com.br/v01/impresso/jornal.2007-08-22.8735060445/editoria.2007-08-29.0912212689/materia.2007-08-30.8252099842
Lucros para os banqueiros; para os trabalhadores, precarização
http://www.brasildefato.com.br/v01/impresso/jornal.2007-08-22.8735060445/editoria.2007-08-29.0912212689/materia.2007-08-30.4457351117
sábado, 1 de setembro de 2007
Do medo à cidadania
A segurança consiste apenas em uma das dimensões da cidadania. Nunca se falou tanto nesse assunto. Estamos reféns de uma situação inevitável. A noção de risco social e de responsabilidade do Estado na solução de tal problema se esvaiu, em nome do lucro e da competitividade. O medo nos cerca e imobiliza, para onde fugir e se agarrar. Somos cidadãos gritamos merecemos respeito. Mas será que ser cidadão se restringe a apenas este aspecto?
Somos uma nação de excluídos, a efetiva cidadania constitui-se em um sonho cada vez mais distante. As sociedades que, em algum momento, chegaram próximas dele atualmente tem se afastado. Caminhamos para o caos sem possibilidade de retorno ao paraíso, pois não conhecemos o caminho de volta, já que nunca estivemos lá.

