Fonte: redação da Tribuna do Advogado
A cartilha será distribuída nas subseções e, futuramente, em outras seccionais. Segundo o tesoureiro da OAB/RJ, Marcello Oliveira, é fundamental a repercussão desse trabalho. “Não basta que nossas ações relacionadas ao tema sejam qualificadas. Elas devem ser amplamente divulgadas”, ressaltou, completando: “O objetivo é levar a todos os cantos do país a informação, direito fundamental de todo cidadão, e mostrar que esse movimento é forte e vai continuar até que obtenha todo o êxito necessário”.
Para o ouvidor-geral da Seccional, Álvaro Quintão, a luta não deve ser restrita: “Mais do que a OAB, cada advogado deve entrar nessa briga e defender a causa como sendo sua, pois é uma obrigação de cada um o resgate de nossa história”.
O evento contou também com a participação da vice-presidente da comissão, Sandra Cristina Machado; do subsecretário de Direitos Humano s e Territórios da Secretaria Estadual de Assistência Social e Direitos Humanos, Antonio Carlos Biscaia; da assessora da Secretaria Nacional de Direitos Humanos Deise Benedito; do desembargador do Tribunal de Justiça (TJ-RJ) Paulo Rangel e do fundador da intituição Educação e Cidadania de Afrodescendetes e Carentes (Educafro), Frei David Raimundo Santos.
A Comissão de Igualdade Racial da OAB/RJ lançou nesta segunda-feira, dia 5, em evento realizado na sede da Seccional, a cartilha Direitos Afro-brasileiros, um instrumento de estudo para advogados e militantes do movimento contra o racismo, com trechos de importantes documentos internacionais e nacionais que tratam da questão.Para o ouvidor-geral da Seccional, Álvaro Quintão, a luta não deve ser restrita: “Mais do que a OAB, cada advogado deve entrar nessa briga e defender a causa como sendo sua, pois é uma obrigação de cada um o resgate de nossa história”.
O evento contou também com a participação da vice-presidente da comissão, Sandra Cristina Machado; do subsecretário de Direitos Humano s e Territórios da Secretaria Estadual de Assistência Social e Direitos Humanos, Antonio Carlos Biscaia; da assessora da Secretaria Nacional de Direitos Humanos Deise Benedito; do desembargador do Tribunal de Justiça (TJ-RJ) Paulo Rangel e do fundador da intituição Educação e Cidadania de Afrodescendetes e Carentes (Educafro), Frei David Raimundo Santos.
“Este trabalho é mais uma arma para ajudar a promover a igualdade racial. Nele estão contidas informações sobre a luta do nosso povo ao longo da história”, disse o presidente da comissão, Marcelo Dias, na abertura do evento.
Marcelo Dias


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