Blog comprometido com as mais diversas lutas sociais do planeta, particularmente, o que diz respeito a luta pelo socialismo, a ampliação do uso dos software livre Gnu/Linux na busca pela expansão de nossa inteligência coletiva e da cultura livre, além da batalha pela melhoria das condições de vida da população brasileira, sobretudo, do povo negro.

domingo, 22 de julho de 2007

Para aqueles que continuam acreditando num ... mundo melhor: O Rappa - Minha Alma

Ato contra a redução da maioridade penal

Redução da maioridade penal: matéria interessante


Desafio da escola é incluir todos os alunos
São dois os papéis da escola quando se trata do envolvimento do adolescente num ato infracional. O primeiro é de caráter preventivo, com a promoção de uma cultura de paz e tolerância, por meio de uma sólida formação para os valores. O segundo é receber o adolescente que já se tornou um infrator e retorna à vida de estudante. A atitude básica da escola nesse caso deve ser de inclusão. O sistema de ensino precisa se preparar para lidar melhor com esses jovens e os problemas que trazem consigo. A educação é um direito de todos, sem exceção, e o adolescente que tenha um conflito com a lei não pode ser excluído. Nós, educadores, somos preparados para lidar com crianças e jovens que não apresentam problemas de conduta. Se olharmos a realidade atual, no entanto, percebemos claramente que crianças e adolescentes em situação de risco fazem parte da clientela da educação. Professores, diretores, supervisores e orientadores não recebem capacitação específica para lidar com esse contexto. Essa é uma grande falha das redes pública e "eca??particular" de ensino. Nós temos de ser preparados para não separar o jovem de seu meio. A escola deve ser capaz de acolher o aluno e sua realidade familiar, comunitária ou cultural. Hoje, infelizmente, a regra geral é eliminar o problema pela exclusão do jovem.
Antonio Carlos Gomes da Costa é pedagogo e consultor do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e da Secretaria Nacional de Direitos Humanos. Foi redator do Estatuto da Criança e do Adolescente
Para ler a matéria toda.
http://www.vivaarteonline.com.br/novidades/blog.php?id=70

Redução da maioridade penal: imagens


O que o lucro dos bancos tem a ver com a crise aérea?

Os bancos ganharam mais de r$500 bilhoes nos últimos 5 anos, sem falar no período FHC. Com isso setores como educação, saúde, segurança ficaram à míngua. Os pobres que dependem mais das ações do Estado sofrem há muito tempo com a falta de recursos para as políticas públicas. Agora chegou a vez da classe média sentir o gostinho da ausência de investimentos do Estado. E viva o lucro dos bancos. Álias como já disse a revista Forbes, o Brasil é o paraíso dos bancos.

O lucro dos bancos no Brasil II

Leia esta matéria da revista Forbes.
http://forbesbrasil.uol.com.br/edicoes/83/artigo1143-1.asp?

O lucro dos bancos no Brasil

Quer saber quanto os bancos lucraram nos últimos tempos no Brasil. Leia esta matéria da Federação dos Empregados em Estabelecimentos Bancários no Estado do Paraná.
http://www.feebpr.org.br/lucroban.htm

quarta-feira, 18 de julho de 2007

terça-feira, 17 de julho de 2007

Ato contra a redução da maioridade penal


Ato Contra a Redução da Idade Penal

Aproveitando o debate levantado pelas Audiências Públicas que ocorreram na Assembléia Legislativa do Estado – dia 29 de junho – e na Câmara de Deputados – dia 11 de julho –, diversas organizações da sociedade civil e movimentos sociais se uniram para realizar uma série de mobilizações, no mês de julho, contra a redução da maioridade penal.

Dentre as atividades que ainda vão acontecer, merece destaque o ato programado para o dia 23, na Igreja da Candelária, precedido por uma missa em memória das crianças e adolescentes assassinadas no local em uma chacina, no dia 23 de julho de 1993.

A organização prevê que cerca de três mil pessoas participarão do ato. A grandiosidade do ato se deve, principalmente, ao fato de estarem unidos ao redor da questão um grande número de movimentos e organizações. Sobre isso, Fábio Rodrigues, do Observatório de Favelas afirma que “além de ser um momento que agrega muitos atores sociais, contamos ainda com o apoio de diversos movimentos de outros Estados”.

Para Fábio, o calendário de mobilizações “marca um momento de ofensiva dos movimentos sociais que são contra a redução da maioridade penal. Saímos da defensiva e queremos pautar essa discussão tendo a valorização da vida e os direitos humanos como ponto de partida, na tentativa de convencer sociedade de que a redução não resolve a questão da violência”.

Algumas razões para dizermos “Não” à redução da idade penal
_ Levantamento divulgado pela Secretaria Especial de Direitos Humanos do governo federal, realizado em 2004, revela que apenas 0,2% da população entre 12 e 18 anos havia cometido algum tipo de ato infracional, sendo que 73,8% destes eram crimes contra o patrimônio, e não
contra a vida. A participação ativa da juventude na macro-violência é irrisória.

_ A criança e o adolescente são as maiores VÍTIMAS da violência em nosso país. De acordo com estudo publicado pela USP, a população de 0 a 19 anos foi alvo, entre 1980 e 2002, de 110.320 homicídios. Isso dá mais de 13 homicídios por dia cometidos contra uma criança ou um adolescente.

_ Os direitos da criança e do adolescente não têm sido garantidos pela sociedade ou pelo Estado. Como mudar o ECA se ele não foi, jamais, sequer implementado?

_ A intensidade da punição não determina se crimes vão ou não deixar de ser cometidos. Ao contrário do que sustenta o senso comum, não existe uma relação entre o aumento da intensidade da pena e a diminuição dos índices de criminalidade. A grande prova disso é a lei de crimes hediondos, que vale desde 1990. De lá para cá, esse tipo de crime não diminuiu: pelo contrário, aumentou!

_ O jovem já é responsabilizado pelo que está disposto no ECA. O Estatuto determina 6 tipos de medidas sócio-educativas para adolescente autor de ato infracional.

_ A privação de liberdade é uma medida extrema, que pode atrapalhar muito o desenvolvimento social de um jovem. Certamente retirar alguém da sociedade não é a melhor forma de se ensinar a viver nela. Hoje o fracasso da readaptação através do isolamento é internacionalmente reconhecido pelos tratados internacionais que versam sobre os direitos da juventude.

_ A Redução da Idade Penal é inconstitucional. Pelo artigo 228 da mesma Constituição, todo adolescente menor de 18 anos tem o direito de responder por eventuais atos seus que infrinjam a lei mediante o cumprimento de medidas sócio-educativas, sendo inimputável frente ao sistema penal aplicável aos adultos. Por outro lado, de acordo com o artigo 60 da Constituição da República, não é possível abolir, por meio de alterações na Constituição, direitos e garantias individuais. Assim, numa análise sistemática da Constituição, por se tratar de uma restrição das garantias individuais, a redução da idade penal não pode sequer ser tema de pauta de votação no Congresso Nacional.
maiores informações: http://www.observatoriodefavelas.org.br/observatorio/noticias/noticias/4538.asp

segunda-feira, 16 de julho de 2007

Para aqueles que continuam acreditando num ... mundo melhor: Brothers in Arms - Dire Straits


Link para a tradução da letra da música://vagalume.uol.com.br/dire-straits/brothers-in-arms-traducao.html

Diogo Silva: perguntas que não calam


Perguntas que não calam:
Por que o Diogo continuou sem patrocínio, mesmo após ser medalha de bronze bronze nos jogos Pan-Americanos de Santo Domingo-2003? Será que isto tem alguma relação com o gesto feito por ele que imitava a saudação dos Panteras Negras e que foi repetida em 15/10/1968, nas Olimpíadas do México, por dois atletas negros dos EUA Tommie Smith e John Carlos, ao receberem suas medalhas?
Curiosamente, estes dois atletas também foram perseguidos durante muito tempo nos EUA por esta atitude.

Valeu, Diogo


Como negro e militante sinto um grande orgulho neste momento. Valeu, Diogo.

domingo, 15 de julho de 2007

Sob o domínio dos bancos

Dois artigos escritos por Bernardo Kucinski, jornalista e professor da Universidade de São Paulo sobre a hegemonia do setor bancário nos iluminam quanto aos privilégios detidos por esta fração da classe dominante na conjuntura brasileira atual.

http://www.agenciacartamaior.com.br/templates/colunaMostrar.cfm?coluna_id=3648
http://www.agenciacartamaior.com.br/templates/colunaMostrar.cfm?coluna_id=3663

terça-feira, 10 de julho de 2007

terça-feira, 3 de julho de 2007

Para aqueles que continuam acreditando num ... mundo melhor: Peter Gabriel Biko Live 1986

Para aqueles que continuam acreditando num ... mundo melhor: Youssou N'Dour & Neneh Cherry "7 Seconds"



Muito maneiro!

Aquecimento Global: A proposta do Greenpeace

O Greenpeace apresenta em um artigo publicado no site do diplo sua proposta para solucionarmos este grave problema ambiental. Há também uma série de artigos sobre este tema.
Abaixo postamos o link para o artigo:
http://diplo.uol.com.br/2007-04,a1559

Entidades de luta por direitos humanos criticam operações no RJ

“Manifesto público contra mega-operação no Alemão

A mega-operação realizada ontem (26) no Complexo do Alemão, em conjunto com a Força Nacional, e que resultou na morte de pelo menos 21 pessoas e nove feridos, inclusive crianças, é resultado de uma política de segurança pública baseada no confornto e é criminalizadora da pobreza. Desde o dia 2 de maio, são mais de 43 mortos e 81 feridos, superando o número de vítimas em chacinas ocorridas no Rio de Janeiro.

Enfrentar o combate ao crime organizado e ao tráfico de drogas na lógica de guerra não tem tido nenhum impacto na desarticulação do crime.

Maiores confrontos não são a expressão de uma política eficiente. A ocupação do Complexo do Alemão desde o dia 2 de maio não resultou em prisões significativas de traficantes, mas sim na morte e ferimentos de moradores e policiais, no fechamento do comércio, de postos de saúde, de escolas e creches. As polícias mais eficientes do mundo desarticularam redes criminosas sem a utilização da violência letal e sim com a sua
capacidade de investigação.

A política de segurança em curso no Rio de Janeiro hoje é responsável pelo medo das crianças, pelo fim da sociabilidade nas comunidades, fazendo do espaço público outrora ocupado por diversão e interação, um espaço de medo e apreensão. Mais grave ainda são as mortes de várias crianças e idosos durante operações policiais nas comunidades.

A sociedade não pode legitimar uma política de segurança pública pautada pelo processo de criminalização da pobreza e de desrespeito aos Direitos Humanos.

A comissão formada por organizações da sociedade civil, movimentos sociais, mandatos parlamentares, moradores do Complexo do Alemão, se reunirá hoje, 28 de junho, às 14h, na sede da Secretaria de Segurança Pública (RJ) para exigir das autoridades o fim da política de confronto em curso no Rio; a adoção de uma política de segurança pública baseada na garantia dos direitos humanos e a investigação rigorosa das
circunstâncias de todas as mortes ocorridas no Complexo do Alemão desde o dia 2 de maio.

Rio de Janeiro, 28 de junho de 2007

Assinam a nota:

. Justiça Global – Sandra Carvalho (21) 8272-1916, Camilla Ribeiro (21) // 2544-2320
. Raízes em Movimento – Alan (21) // 9728-1718
. Observatório de Favelas - Raquel Willadino 21// 3104-4057 ou 81030578
. Ordem dos Advogados do Brasil - Roberta Pedrinha (21)9129-6399 - Núcleos de Estudos Criminais Evandro Lins e Silva, Roberta Pedrinha
. Grupo Tortura Nunca Mais - Cecília Coimbra (21) 9999-6858
. Centro de defesa dos Direitos Humanos de Petrópolis – Rose 24-2242-3913
. Movimento Direito pra Quem - Lidiane Penha 9251-7427, Diana Neves // 9676-0541, Estefânea Rabelo 9435-2562
. Central de Movimentos Populares - Marcelo Braga (21)- 8893-9735
. Projeto Legal – Carlos Nicodemos (21) 9635-9388
. NPC – Núcleo Piratiniga de Comunicação – Claudia Santiago e Guilherme Soninho 21- 2220-5618
. Rede de Comunidades e Movimentos Contra a Violência 2210-2906
. O Fórum de Entidades Nacionais de Direitos Humanos (FENDH)
. IBASE
. Mandato de Deputado Estadual Marcelo Freixo (21) 9809-6803”
Licença Creative Commons
This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike 2.5 Brazil License.