Blog comprometido com as mais diversas lutas sociais do planeta, particularmente, o que diz respeito a luta pelo socialismo, a ampliação do uso dos software livre Gnu/Linux na busca pela expansão de nossa inteligência coletiva e da cultura livre, além da batalha pela melhoria das condições de vida da população brasileira, sobretudo, do povo negro.

quinta-feira, 30 de agosto de 2007

Evento "Circulando" promove cultura feita pelos moradores do Complexo do Alemão

O Morro do Alemão recebe no dia 1º de Setembro, a partir das 14h, o “2º Circulando – Diálogo e Comunicação na Favela”. Promovido pelo grupo Raízes em Movimento, o evento bimestral estabelece a comunicação de idéias e interesses culturais entre moradores da comunidade, visitantes e os próprios organizadores do evento. “A proposta do Núcleo com o II Circulando é ampliar o que já fizemos no primeiro: potencializar a comunicação na favela e contribuir para que os discursos aqui elaborados se façam mais presentes no restante da cidade”, detalha o coordenador do Raízes, Alan Brum.

Mostrando que as favelas são locais de criação e criatividade, enquanto estimula seus moradores a exibir suas criações, o Circulando já traz no próprio nome seu mote: fazer com que as pessoas circulem pela comunidade e percebam com outros olhos o que acontece dentro da comunidade, conhecendo os que ali circulam e fazendo-se conhecidos. A parte da manhã será tomada por apresentações de trabalho de grafite, enquanto à tarde acontecem oficinas (origami, desenho, meio ambiente e fotografia artesanal), apresentações artísticas, uma exposição com fotos de Sadraque Santos e Rodrigues Moura, ambos formados pela Escola Popular de Comunicação Crítica, e uma exibição do CineClube Sem Tela, projeto da ONG Observatório de Favelas.

A proposta cultural é de autoria dos 20 integrantes do Grupo de Comunicação Crítica do Alemão, formado por moradores do lugar integrantes do Grupo Sociocultural Raízes em Movimento e da Escola Popular de Comunicação Crítica, do Observatório de Favelas. Depois de produzirem trabalhos em diferentes linguagens de comunicação, o grupo agora pretende exibir o resultado e angariar novos interessados. “Estamos abrindo espaço para que a comunidade participe e se sinta estimulada a também produzir”, finaliza Alan.

SERVIÇO:

2º Circulando - Comunicação e Diálogo na favela

1º de Setembro
Horário: 9 horas início dos grafites
14 horas, início das demais atividades
Avenidade Central - Complexo do Alemão - Rio de Janeiro-RJ
Referência: A Avenida Central faz esquina com a Avenida Itararé (Ramos), na altura do Posto de Saúde do Programa de Saúde da Família (PSF) do Complexo do Alemão

Retirado do site do Afroreggae:
http://www.afroreggae.org.br/

terça-feira, 28 de agosto de 2007

Pierre Lévy, inteligência coletiva

O que é inteligência coletiva?

A inteligência coletiva é aquela que nasce quando deixamos de ser apenas receptores de informação, mas adquirimos a capacidade de levar nossas idéias a muitas pessoas de uma só vez, de forma imediata ou não, interagindo também com as idéias de muitas outras pessoas e criando um caldeirão de conhecimento que, com a crítica, a análise e a contribuição de todos passa a ser automaticamente organizado e filtrado. Esta nova forma de expressão do conhecimento, na Internet, vem representada especialmente através dos mais variados tipos de blogs e a interação gerada por eles. O trabalho do filósofo Pierre Lévy, que tive a grata oportunidade de conhecer pessoalmente há pouco mais de dois anos, em São Paulo, reconhecidamente influencia a obra de Carlos e Marcos. Mas, a leitura do livro, antes de exigir algum conhecimento prévio dos textos de Pierre Lévy ou outros, faz com que o leitor sinta-se impelido a seguir adiante e aprender mais sobre o tema. Ouso dizer que "O Conhecimento em Rede" poderia quase ser chamado, sem nenhum demérito, "Web 2.0 para o resto de nós".

http://www.ico.org.br/artigo_profeta.htm

sábado, 25 de agosto de 2007

O verdadeiro choque de civilizações

Um dos estrategistas do Pentágono disse friamente:"as cidades fracassadas e ferozes do Terceiro Mundo, principalmente seus arredores favelados, serão o campo de batalha que distinguirá o século XXI".

Leonardo Boff

A expressão "choque de civilizações" como formato das futuras guerras da humanidade foi cunhada pelo fracasssado estrategista da Guerra do Vietnã Samuel P. Huntington. Para Mike Davis, um dos criativos pesquisadores norte-americanos sobre temas atuais como "holocaustos coloniais" ou "a ameaça global da gripe aviária", a guerra de civilizações se daria entre a cidade organizada e a multidão de favelas do mundo.

Seu recente livro "Planeta Favela"(2006) apresenta uma pesquisa minuciosa (apesar da bibiografia ser quase toda em inglês) sobre a favelização que está ocorrendo aceleradamente por todas as partes. A humanidade sempre se organizou de um jeito que grupos fortes se apropriassem da Terra e de seus recursos, deixando grande parte da população excluída. Com a introdução do neoliberalismo a partir de 1980 este processo ganhou livre curso: houve uma privatização de quase tudo, uma acumulação de bens e serviços em poucas mãos de tal monta que desestabilizou socialmente os países periféricos e lançou milhões e milhões de pessoas na pura informalidade. Para o sistema eles são "óleo queimado", "zeros econômicos", "massa supérflua" que sequer merece entrar no exército de reserva do capital.

Essa exclusão se expressa pela favelização que ocorre no planeta inteiro na proporção de 25 milhões de pessoas por ano. Segundo Davis 78,2% das populações dos países pobres é de favelados (p.34). Dados da CIA, de 2002, davam o espantoso número de 1 bilhão de pessoas desempregadas ou subempregadas favelizadas.

Junto com a favela vem toda a corte de perversidades, como o exército de milhares de crianças exploradas e escravizadas, como em Varanasi (Benares) na Índia na fabricação de tapetes, ou as "fazendas de rins" e outros órgãos comercializados em Madras ou no Cairo e formas inimagináveis de degradação, onde pessoas "vivem literalmente na m"(p.142).

Ao Império norte-americano não passaram desapercebidas as conseqüências geopolíticas de um "planeta de favelas". Temem "a urbanização da revolta" ou a articulação dos favelados em vista de lutas políticas. Organizaram um aparato MOUT (Military Operations on Urbanized Terrain: operações militares em terreno urbanizado) com o objetivo de se treinarem soldados para lutas em ruas labirínticas, nos esgoto, nas favelas, em qualquer parte do mundo onde os interesses imperiais estejam ameaçados.

Será a luta entre a cidade organizada e amedrontada e a favela enfurecida. Um dos estrategistas diz friamente:"as cidades fracassadas e ferozes do Terceiro Mundo, principalmente seus arredores favelados, serão o campo de batalha que distinguirá o século XXI; a doutrina do Pentágono está sendo reconfigurada nessa linha para sustentar uma guerra mundial de baixa intensidade e de duração ilimitada contra segmentos criminalizados dos pobres urbanos. Esse é o verdadeiro choque de civilizações"(p.205).

Será que os métodos usados recentemente no Rio de Janeiro com a militarização do combate aos traficantes nas favelas, com verdadeiras execuções, já não obedece a esta estratégia, inspirada pelo Império? Estamos entre os países mais favelizados do mundo, efeito perverso provocado por aqueles que sempre negaram a reforma agrária e a inclusão social das grandes maiorias pois lhes convinha deixá-las empobrecidas, doentes e analfabetas. Enquanto não se fizerem as mudanças de inclusão necessária, continuará o medo e o risco real de uma guerra sem fim.

Leonardo Boff é teólogo e escritor.

Retirado do link:
http://www.agenciacartamaior.com.br/templates/colunaMostrar.cfm?coluna_id=3701

sexta-feira, 24 de agosto de 2007

Reflexão (Parte 2): onde estão os negros no CEFET-ES ?

Continua bonito!

Reflexão (Parte 1): onde estão os negros no CEFET-ES ?

Bela reflexão!

Criado o Portal do Laboratório de Análises, Econômicas, Históricas, Sociais e Estatísticas das Relações Raciais (LAESER)

Recebi este email do companheiro Marcelo Paixão me informando sobre a criação do Portal do Laboratório de Análises, Econômicas, Históricas, Sociais e Estatísticas das Relações Raciais (LAESER)do Instituto de Economia.

Prezado companheiro e prezada companheira
Com prazer informo a disponibilização na Rede do Portal do Laboratório de
Análises, Econômicas, Históricas, Sociais e Estatísticas das Relações
Raciais (LAESER). Esse Laboratório é coordenado por mim e se vincula
oficialmente vinculado ao Instituto de Economia da UFRJ.

O LAESER objetiva ser um espaço permanente de reflexões, estudos, pesquisas
e atividades de extensão voltadas ao tema das assimetrias raciais em nosso
país, incluindo sua dimensão de gênero; bem como de formulação de
contribuições que possam levar a propostas de políticas para sua superação.

Dentro do Portal do LAESER vocês poderão encontrar diversas informações
relevantes sobre nossas iniciativas, textos escritos por pesquisadores
ligados ao nosso Laboratório, e, especialmente, acessarem o Fichário
Eletrônico das Desigualdades Raciais.

O Fichário, baseado em bases de dados de pesquisas e cadastros oficiais
,contém indicadores sociais, econômicos e demográficos da população
brasileira desagregada por seus contingentes de
raça/cor e sexo, tendo sido de desenhado de tal forma a ser uma ferramenta
de fácil uso por parte de todos os interessados. O acesso aos dados é
gratuito, bastando apenas o preenchimento de um simples cadastro.

Ficamos, assim, esperando vossa visita eletrônica, seus comentários e
contatos.
Um grande abraço do companheiro

Marcelo Paixão

IE/UFRJ

sitio: http://www.laeser.ie.ufrj.br
correio-eletrônico: laeser@ie.ufrj.br


Equipe do LAESER
www.laeser.ie.ufrj.br

Google disponibiliza livros completos para download

http://www.dicas-l.com.br/dicas-l/20060831.php

43 razões para usar o Firefox

Há alguns programas que já podem ser considerados padrões no linux. No caso dos navegadores o Firefox vem cada vez mais se convertendo na primeira opção para qualquer usuário linux. Além da segurança e da facilidade de uso você pode acrescentar a ele uma série de extensões que o tornam imbatível. Apresentamos aqui um link que enumera 43 delas.
http://br-linux.org/linux/extensoes-43-razoes-para-usar-o-firefox

terça-feira, 21 de agosto de 2007

URGENTE!!! César Maia proibiu do uso das escolas públicas para a realização dos pré-vestibulares comunitários no Rio de Janeiro


Recebi este email ontem e estou passando para vocês tal como recebi. Faço só um apelo. Assinem a petição!

Amigos,
A prefeitura do Rio de Janeiro proibiu o uso das escolas pblicas para a realizao dos pr-vestibulares comunitários, um projeto voluntário que funciona há mais de uma década e que, ao longo deste tempo, possibilitou que mais de vinte mil jovens saíssem do estado de exclusão para uma universidade. Uma proibição lamentável, já que promover a educação um dos principais papéis do Estado. Para se ter idéia da amplitude deste trabalho voluntário, alguns ex-alunos destes cursos pré-vestibulares conseguiram no seu acesso à universidades, chegar ao doutorado...
Felizmente, o Ministério Público Estadual está à frente da representação de uma ação civil pública contra a Prefeitura, mas, para isso acontecer, necessário reunir assinaturas em prol da suspensão da proibição aos pré-vestibulares comunitários. O professor Robson Campos Leite, que participa deste grupo voluntário e amigo meu, passou o link do abaixo-assinado que repasso para que cada um de nós possa dividir com o maior número de pessoas possíveis. Afinal de contas, um projeto de educação atende não somente aos alunos, mas a toda a sociedade.
"Afora do gesto de cada um de nós ao assinar esse abaixo-assinado, seja a verso em papel ou a verso da internet, ser a demonstração do país que queremos: Justo, menos desigual e voltado para os princpios da Cidadania, da promoção do Bem Comum e da Dignidade da Pessoa Humana".
Prof. Robson Campos Leite
Repassem essa mensagem e esse link para todos os seus amigos que tenham mais de 16 anos, que ainda não tenham assinado a verso em papel e que possuam uma identidade.
Segue o link para o abaixo-assinado on-line:
http://www.PetitionOnline.com/160572
Um forte abração a todos,

Roberto Lima


Globo, a gente não se vê por aqui

Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas lança manifesto e chama protesto contra renovação da concessão da emissora. Veja o link:
http://www.ciranda.net/spip/article1467.html

Para aqueles que continuam acreditando ... num mundo melhor: The Stylistics - Betcha By Golly Wow (1974)



O link para a letra da música em inglês:
http://vagalume.uol.com.br/the-stylistics/betcha-by-golly-wow.html

segunda-feira, 20 de agosto de 2007

Para quem não acredita no PC conectado

Encontrei esta matéria no br-limux e achei interessante. Há muito só ouço críticas sobre a qualidade dos sistemas operacionais linux instalados no Pc conectado, programa do governo federal para democratizar o uso do computador, mas parece que nem tudo está perdido. Leiam a matéria. Segue o link:
http://br-linux.org/linux/tecnico-descreve-sua-surpresa-com-o-insigne-no-pc-popular

domingo, 19 de agosto de 2007

Caravana contra a transposição do São Francisco inicia sua luta

Especialistas tem se manifestado incessantemente contra a transposição do São Francisco e o governo brasileiro vem fazendo ouvido de mercador, tanto a eles, quanto aos ao movimento social organizado. Abaixo um link que aborda a mobilização contra a famigerada transposição:
http://www.adital.com.br/site/noticia.asp?lang=PT&cod=29086

Desescolarização

Este post nos leva a uma discussão sobre o papel da escola na sociedade brasileira, uma vez que discute a questão da desescolarização, ou seja, a ausência da criança do ambiente escolar, são analisados os mais diversos motivos para que o mesmo possa ocorrer.
O estudo foi realizado no bairro operário da Maré, composto de um grande número de favelas, e que, pela sua realidade massacrante nos possibilita analisar a questão com muita profundidade. Bom aí vai o link para a matéria:
http://www.observatoriodefavelas.org.br/observatorio/noticias/noticias/4555.asp

quarta-feira, 15 de agosto de 2007

Seminário sobre ações afirmativas no Rio de Janeiro

Realizar-se-á no Rio de Janeiro mais um debate sobre as ações afirmativas como política pública que visa diminuir as desigualdades entre brancos e negros no Brasil. A grande novidade será a presença do seu maior opositor na atualidade, o jornalista Ali Kamel. Editor de jornalismo das organizações Globo, por isso mesmo com todos os alto-falantes ao dispor, este senhor tem se destacado como um profundo defensor da tese de Gilberto Freire, de que em nosso país vivemos em uma feliz e cordata democracia racial. Embora todas as pesquisas recentes do IBGE desmintam tal posição. Abaixo, apresentamos o programa do evento.


quinta-feira, 9 de agosto de 2007

Do criador do Linux, Linus Torvalds: Microsoft é irrelevante

Numa longa entrevista, Linus Torvalds, fala sobre o linux e da sua vida. E de como está feliz pela decisão que tomou ao caminhar para o código aberto. Abaixo o link para a entrevista:
http://idgnow.uol.com.br/mercado/2007/08/09/idgnoticia.2007-07-18.5493239809/

terça-feira, 7 de agosto de 2007

Para aqueles que continuam acreditando num ... mundo melhor - Mayra Andrade - Mana

Há alguns dias atrás zapeava pela Net, quando fui surpreendido no canal da RTP (Rede de Televisão Portuguesa) pela figura bela de Mayra Andrade, cantora cabo-verdeana de grande talento. Fui ao Youtube encontrei este incrível vídeo.

domingo, 5 de agosto de 2007

A flexinsegurança

Vivemos um tempo em que a estabilidade da economia só é possível à custa da instabilidade dos trabalhadores, em que a sustentabilidade das políticas sociais exige a vulnerabilidade crescente dos cidadãos em caso de acidente, doença ou desemprego.

Vivemos um tempo em que a estabilidade da economia só é possível à custa da instabilidade dos trabalhadores, em que a sustentabilidade das políticas sociais exige a vulnerabilidade crescente dos cidadãos em caso de acidente, doença ou desemprego. Esta discrepância entre as necessidades do “sistema” e a vida das pessoas nunca foi tão disfarçada por conceitos que ora desprezam o que os cidadãos sempre prezaram ou ora prezam o que a grande maioria dos cidadãos não tem condições de prezar.

Entre os primeiros, cito emprego estável, pensão segura e assistência médica gratuita. De repente, o que antes era prezado é agora demonizado: a estabilidade no emprego torna-se rigidez das relações laborais; as pensões transformam-se na metáfora da falência do Estado; o serviço nacional de saúde deixa de ser um benefício justo para ser um custo insuportável.

Entre os conceitos agora prezados, menciono o da autonomia individual. Este conceito, promovido em abstrato para poder surtir os efeitos desejados pelo “sistema”, esconde, de fato, dois contextos muito distintos: os cidadãos para quem a autonomia individual é uma condição de florescimento pessoal, a busca incessante de novas realizações pessoais; e os cidadãos para quem a autonomia individual é um fardo insuportável, que os deixa totalmente vulneráveis perante a adversidade do desemprego ou da doença, e que, em casos extremos, lhes dá opção de escolher entre os contentores do lixo do bairro rico ou pedir esmola nas portas do metrô.

No domínio das relações laborais está a emergir uma variante de conceito de autonomia. Chama-se flexigurança. Trata-se de aplicar entre nós (em Portugal) um modelo que tem sido adoptado com êxito num dos países com maior protecção social da Europa, a Dinamarca. Em teoria, trata-se de conferir mais flexibilidade às relações laborais sem pôr em causa a segurança do emprego e do rendimento dos trabalhadores. Na prática, vai aumentar a precarização dos contratos de trabalho num dos países na Europa onde, na prática, é já mais fácil despedir.

Não vai haver segurança de rendimentos, porque, enquanto o Estado providência da Dinamarca é um dos mais fortes da Europa, o nosso é o mais fraco; porque o subsídio de desemprego é baixo e termina antes que o novo emprego surja; porque o carácter semiperiférico da nossa economia e o pouco investimento em ciência e tecnologia vai levar a que as mudanças de emprego sejam, em geral, para piores, não para melhores, empregos; porque a percentagem dos trabalhadores portugueses que, apesar de trabalharem, estão abaixo do nível de pobreza, é já a mais alta da Europa; porque o fator de maior vulnerabilidade na vida dos trabalhadores, a doença, está a aumentar através da política de destruição do serviço nacional de saúde levada a cabo pelo Ministro da Saúde; porque os empresários portugueses sabem que dos acordos de concertação social só são “obrigados” a cumprir as cláusulas que lhes são favoráveis, deixando incumpridas todas as restantes com a cumplicidade do Estado.

Enfim, com a flexigurança que, de fato, é uma flexinsegurança, os trabalhadores portugueses estarão, em teoria, muito próximos dos trabalhadores dinamarqueses e, na prática, muito próximos dos trabalhadores indianos.


Boaventura de Sousa Santos é sociólogo e professor catedrático da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra (Portugal).

Link: http://www.agenciacartamaior.com.br/templates/colunaMostrar.cfm?coluna_id=3687

Quilombolas se articulam nacionalmante contra Globo

http://www.fazendomedia.com/diaadia/nota020807.htm
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