Blog comprometido com as mais diversas lutas sociais do planeta, particularmente, o que diz respeito a luta pelo socialismo, a ampliação do uso dos software livre Gnu/Linux na busca pela expansão de nossa inteligência coletiva e da cultura livre, além da batalha pela melhoria das condições de vida da população brasileira, sobretudo, do povo negro.

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Elementaryos Luna: Guia pós-instalação


Por Sergio J Dias


Abra o terminal:
Clique no Menu Aplicativos Icones/nav_next.png Ferramentas do sistema Icones/nav_next.png Terminal ou Ctrl + Alt + T do teclado.

Primeira atualização:
sudo apt-get update && sudo apt-get upgrade

Atualizar kernel:
sudo apt-get install linux-generic-lts-raring

Instalar elementary-tweak:
sudo apt-add-repository ppa:versable/elementary-update (enter 2 vezes)
sudo apt-get update
sudo apt-get install elementary-tweaks

Instalar libreoffice e coloca-lo em pt-br
sudo add-apt-repository ppa:libreoffice/ppa
sudo apt-get update
sudo apt-get install libreoffice libreoffice-l10n-pt-br myspell-pt-br


Instalar Flashplayer no Midori
sudo apt-get install flashplugin-installer
sudo ln -s /usr/lib/mozilla/plugins/flashplugin-alternative.so /usr/lib/mozilla/plugins/libflashplayer.so
sudo apt-get install nspluginwrapper
nspluginwrapper -v -a -n -i

 
Instalar zram
sudo add-apt-repository ppa:shnatsel/zram && sudo apt-get update && sudo apt-get install zramswap-enabler -y

Instalar java da Oracle
sudo add-apt-repository ppa:webupd8team/java
sudo apt-get update
sudo apt-get install oracle-java7-installer

Instalar aplicativos essenciais
sudo apt-get install ubuntu-restricted-extras audacious clementine firefox  chromium-browser devede winff k3b libavformat-extra-53 libavcodec-extra-53 tomboy vlc audience etube rar unrar foto gazette faac faad ffmpeg ffmpeg2theora flac icedax id3v2 lame libflac++6 libjpeg-progs libmpeg3-1 mencoder mjpegtools mp3gain mpeg2dec mpeg3-utils mpegdemux mpg123 mpg321 regionset sox uudeview vorbis-tools x264  dconf-tools wingpanel-slim soundconverter  gwenview pinta gimp indicator-synapse gstreamer0.10-ffmpeg gstreamer0.10-plugins-bad gstreamer0.10-plugins-ugly p7zip p7zip-full p7zip-rar vorbis-tools unace-nonfree transmission-gtk


Instalar temas, ícones e wallpapers:
sudo apt-get install elementary-blue-theme elementary-champagne-theme elementary-colors-theme elementary-dark-theme elementary-harvey-theme elementary-lion-theme elementary-milk-theme elementary-plastico-theme elementary-whit-e-theme

sudo apt-get install elementary-elfaenza-icons elementary-emod-icons elementary-enumix-utouch-icons elementary-nitrux-icons elementary-taprevival-icons

sudo apt-get install elementary-wallpaper-collection

Instalar Nuvolaplayer
sudo add-apt-repository ppa:nuvola-player-builders/stable
sudo apt-get update
sudo apt-get install nuvolaplayer 

Instalar FF-MultiConverter
sudo add-apt-repository ppa:ffmulticonverter/stable
sudo apt-get update && sudo apt-get install ffmulticonverter

Ao final:
sudo reboot


segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Elementaryos Luna, rapidez e estabilidade

Por Sergio j Dias

O Elementaryos se encaixa entre aquelas pequenas distrôs que se preocuparam em primeiro lugar com o usuário do desktop, na medida em que as distrôs tradicionais têm foco nos servidores, de onde vêm a maior parte de seus lucros. Ao longo da história do GNU/Linux tivemos algumas, deixaram saudade, sem dúvida. Em todas, o desejo de fazer uma distribuição que fizesse do software livre a opção de todas as pessoas, e que tornasse qualquer um de nós, conhecedor das entranhas da programação.

A primeira, no Brasil, que se propôs a enfrentar esta batalha foi o Kurumin. Criada por Carlos Morimoto, administrador do site: Guia do Hardware ela abriu as portas do GNU/Linux para muitos. Era o começo dos anos 2000, em uma trajetória fulgurante o pequeno indiozinho nos abria novas searas da percepção, mas como era de se esperar um projeto tão ambicioso precisava de um grande time e seu solitário empreendedor não conseguiu suportar o caminho.

Na mesma época, surgia o Ubuntu, "o linux para pessoas comuns" apregoava. Surgia com uma proposta inovadora, quanto mais fácil de usar melhor. Em seu começo cobriu um trajeto revolucionário. Se tornou a distrô GNU/Linux mais usada. Pretendia-se com ele superar o Windows, ultrapassar a Microsoft, subir aos céus. Se agigantou. Contudo, seu controlador cedeu a ilusões demais. Quase rompeu com a comunidade e muitos usuários comuns se viram abandonados. Hoje, o Ubuntu busca emplacar o Ubuntu Edge, um sistema operacional voltado para os smartphones. Algo já realizado pelo Firefox OS, no plano do software livre.

Mais recentemente tivemos contato com o Fuduntu. Baseada no Gnome 2.0, fazia da leveza e da usabilidade seus fatores dominantes. Seus gráficos de uso da CPU eram animadores. O seu destino, fazer as grandes distribuições olharem para baixo e ver uma comunidade clamando por um sistema que nos desse rapidez e estabilidade. Não apenas, em seu uso inicial, mas, sobretudo após semanas de atualizações. Seus desenvolvedores fecharam as portas, parecem ter olhado para o lado e visto o Elementaryos Luna e realmente não dava para competir com os caras. Eles vêm com gana e vontade de acertar.

É isso, o Elementaryos, é isso, uma distribuição que seus desenvolvedores estão sequiosos por acertar. Sua rapidez de instintos me emociona e sua robustez me compraz. É uma distrô que vai incomodar, e muito. Ela promete magia, é feita com calma e paciência. Nada de afobamentos e sonhos mirabolantes. Surge da empafia dos desenvolvedores do Ubuntu, que rejeitaram as ideias que propunham. Não há dúvida, se você não usou experimente. Já instalei em todos os computadores aqui de casa e a turma está gostando. Simplicidade e velocidade, foco no usuário, promessas até agora cumpridas. Legal, muito legal. Valeu gente do Elementaryos Luna, adiante!

Negros são 70% das vítimas de assassinatos no Brasil, reafirma Ipea.


Dados divulgados pelo Ipea dão conta de que assassinatos se relacionam à cor, condição social e escolaridade.


A pesquisa Participação, Democracia e Racismo?, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgada nesta quinta-feira apontou que, a cada três assassinatos no País, dois vitimam negros. Os dados foram apresentados pelo diretor Daniel Cerqueira, no lançamento da 4ª edição do Boletim de Análise Político-Institucional (Bapi).
Segundo a pesquisa, a possibilidade de o negro ser vítima de homicídio no Brasil é maior inclusive em grupos com escolaridade e características socioeconômicas semelhantes. A chance de um adolescente negro ser assassinado é 3,7 vezes maior em comparação com os brancos.
A pesquisa mostra ainda que negros são maiores vítimas de agressão por parte de polícia. A Pesquisa Nacional de Vitimização mostra que em 2009, 6,5% dos negros que sofreram uma agressão tiveram como agressores policiais ou seguranças privados (que muitas vezes são policiais trabalhando nos horários de folga), contra 3,7% dos brancos.
Segundo Daniel Cerqueira, mais de 60 mil pessoas são assassinadas por ano no País e há um forte viés de cor e condição social nessas mortes: “Numa proporção 135% maior do que os não-negros. Enquanto a taxa de homicídios de negros é de 36,5 por 100 mil habitantes, no caso de brancos, a relação é de 15,5 por 100 mil habitantes”
O diretor do Ipea afirma ainda que “Há uma perda na expectativa de vida devido à violência letal 114% maior para pessoas negras.  Enquanto o homem negro perde 20 meses e meio de expectativa de vida ao nascer, a perda do branco é de oito meses e meio”, explica Cerqueira.
De acordo com projeções do estudo, pelo menos 36.735 brasileiros de entre 12 e 18 anos serão assassinados até 2016, em sua maioria por arma de fogo, em caso de se manter o atual ritmo de violência contra os jovens. Trata-se do maior nível desde que o índice começou a ser medido em 2005, quando a taxa era de 2,75 adolescentes assassinados por cada mil.
Para Almir de Oliveira Júnior, pesquisador do Ipea, e Verônica Couto de Araújo Lima, acadêmica da área de Direitos Humanos da UnB, se no Brasil a exposição da população como um todo à possibilidade de morte violenta já é grande, ser negro corresponde a pertencer a um grupo de risco.
O estudo foi realizado pela Secretaria de Direitos Humanos do governo federal, pelo Fundo das Nações Unidas Para a Infância, o Unicef, pelo Observatório de Favelas e pelo Laboratório de Análise da Violência da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.


violencia1

terça-feira, 15 de outubro de 2013

PNAD mostra aumento de presença negra em 15% entre miseráveis

Fonte: afropress

Brasília – Ao fazer uma análise dos dados recentes divulgados pela Pesquisa Nacional de Amostras por Domicílio (PNAD 2012), do IBGE, o consultor do Senado e ex-secretário executivo da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República (SEPPIR), Mário Lisboa Theodoro, confirmou um dado que não apareceu no noticiário dos grandes meios de comunicação, nem na propaganda do Governo: apesar de entre 2002 e 2012, o Programa Brasil Sem Miséria ter retirado 22 milhões de brasileiros da extrema pobreza – a maioria dos quais, negros – foi justamente nesse período que a participação da população negra entre os miseráveis cresceu 15%.
“Isso significa dizer que a população branca está sendo atendida em primeiro lugar, deixando a população negra para traz. Tal ocorrência deve-se principalmente ao fato de que o perfil distributivo dos pobres faz com que a população branca esteja concentrada mais proximamente das fronteiras de saída”, afirmou.
Extrema pobreza
Está em extrema pobreza, segundo critérios internacionais adotados pelo Governo, pessoas com renda percapita igual ou inferior a R$ 70,00 – pouco mais de 30 dólares. Segundo o economista, dos 22 milhões que saíram dessa condição entre 65 e 70% são negros.
Mário Theodoro disse que é possível comprovar esse quadro observando-se a evolução de pobres por raça/cor e gênero. “Entre 2002 e 2012, a participação da população branca entre os pobres caiu 19,6% enquanto que a participação da população negra subiu 8,2%. Quando fazemos o corte por gênero e raça/cor, observamos que a maior redução se deu no caso dos homens brancos, cuja participação caiu 22,4%, seguido das mulheres brancas cuja participação entre os pobres caiu 17%. Já para o caso da população negra, o maior aumento incidiu sobre a mulher negra, cuja participação entre os pobres cresceu 10,6%, enquanto que no caso dos homens negros esse percentual subiu 5,9%”, afirmou. (Veja artigo completo na sessão colunistas).
Políticas universais
De acordo com o analista, os números da PNAD 2012 confirmam a dificuldade das políticas universais em um contexto social racista como acontece no Brasil. “Via de regra, a tarefa de levar as ações governamentais à população em geral esbarra na realidade, nas condições objetivas de existência das pessoas. Entre os mais pobres, os negros são os mais pobres e, como tal, habitam nos locais mais longínquos, sobrevivem das atividades mais precárias, estão em posições de maior fragilidade social. E mesmo seu contato com a ação governamental é dificultado. É um fenômeno recorrente em nosso país. Os primeiramente contemplados pelas políticas públicas, mesmo aquelas dirigidas para os mais necessitados, têm sido sempre os grupos de população branca”, acrescentou.
Ações afirmativas
Essas conclusões, segundo ele, "reforçam a necessidade de políticas públicas direcionadas para o enfrentamento da questão racial, notadamente na forma de ação afirmativa, como complemento indispensável às políticas sociais e às clássicas políticas de combate à pobreza e à miséria". "Em uma sociedade que convive historicamente com o racismo, se não forem combatidos esses filtros raciais com a adoção das ações afirmativas, os resultados estarão pendendo sempre para o grupo não discriminado. E o Estado permanecerá funcionando como mais um elemento potencializador das disparidades raciais. Poderemos até erradicar a pobreza e a miséria, sem, no entanto, pormos fim à desigualdade”, concluiu.

domingo, 13 de outubro de 2013

Marco Civil da Internet: entenda o que é neutralidade da rede e como o seu fim pode estar próximo


Veja o que é neutralidade da rede e compreenda que a perda deste requisito significará a perda da liberdade no acesso livre à internet e um aumento brutal de sua conta, caso pretenda manter seus direitos atuais.
Hoje, navegamos livremente, e, embora encontremos barreiras, ainda podemos acessar os mais variados sítios com o mesmo tipo de conexão, sem maiores problemas. Com o fim da neutralidade da rede, os provedores esperam criar pacotes diferenciados de acesso, assim como fazem as mantenedoras de tvs a cabo.
Estas ameaças podem ocorrer se o projeto de lei sobre o Marco Civil da Internet for aprovado como os grandes provedores de internet querem, pondo fim à neutralidade da rede.
Para entender melhor o que dizemos, veja o vídeo abaixo:


Licença Creative Commons
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